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 1- BAIXA  AUTOESTIMA                                                                                              Há mulheres que aprenderam muito cedo a serem fortes.
A serem responsáveis.
A sustentar.
A suportar.

Mas quase nunca a serem cuidadas.

Ao longo da vida, elas constroem  sua identidade atravessadas por exigências silenciosas: ser competente demais, resistente demais, madura demais.

Psicoterapia Racializada- exclusivamento no formato online

2- Com o tempo, isso produz marcas internas:

dificuldade de se reconhecer como suficiente

medo constante de errar.

sensação de precisar provar valor o tempo todo.

culpa ao descansar.

dificuldade em se colocar nas relações.

solidão mesmo quando acompanhada.

A autoestima, nesse contexto, não é apenas uma questão individual.
Ela é construída dentro de uma sociedade que atravessa corpos, histórias e subjetividades.

A terapia é o espaço onde essa história pode ser nomeada.

3-O que trabalho no processo terapêutico

  • A forma como você se vê e se posiciona no mundo

  • As relações em que você se diminui ou se silencia

  • A dificuldade de reconhecer suas próprias necessidades

  • O medo de não ser escolhida

  • A exaustão de sustentar tudo sozinha

Também analiso, o impacto do racismo na construção da identidade, na imagem corporal, na forma de amar e ser amada, nas escolhas profissionais e afetivas.

Sem generalizações.
Sem discursos prontos.
Com escuta singular.

SOBRE MIM

Sou psicóloga clínica e realizo atendimentos online para mulheres que desejam construir um processo consistente de cuidado e elaboração de si.

Acredito que a transformação não acontece de forma apressada. Ela se constrói na continuidade, no vínculo e na possibilidade de falar com liberdade sobre aquilo que, muitas vezes, foi silenciado por anos.

Meu trabalho é orientado pela escuta psicanalítica e pelo compromisso com um enquadre estável, que sustenta o processo ao longo do tempo. É nesse espaço que se torna possível compreender padrões que se repetem, reconhecer limites, reposicionar-se nas relações e fortalecer a própria autoestima de maneira profunda, não como performance, mas como construção subjetiva.

A clínica que proponho é um lugar de responsabilidade e cuidado. Um espaço onde sua história pode ser olhada com seriedade, ética e respeito à sua singularidade.

 Conflitos nas Relações

Há momentos em que as relações começam a se repetir de forma dolorosa: dificuldade em se posicionar, medo de desagradar, sensação de não ser escolhida ou de sempre se doar mais do que recebe.

A psicoterapia é um espaço para compreender os padrões que atravessam vínculos afetivos, familiares e profissionais. Ao longo do processo, torna-se possível reconhecer lugares que você ocupa nas relações, sustentar limites e construir formas mais conscientes de se envolver sem se anular.

Não se trata apenas de melhorar relações externas, mas de transformar a relação que você estabelece consigo mesma.

Estresse, Exaustão e Sobrecarga

A sensação de estar sempre no limite, de precisar dar conta de tudo e ainda assim sentir que nunca é suficiente, pode produzir um esgotamento profundo.

A sobrecarga constante afeta o corpo, o humor, as relações e a percepção de si. Muitas mulheres aprendem a funcionar mesmo exaustas, sem perceber o quanto isso se tornou naturalizado.

A psicoterapia oferece um espaço para desacelerar e compreender o que sustenta esse ritmo. Ao longo do processo, é possível reconhecer limites, revisar exigências internas e construir uma forma mais autêntica e saudável de se relacionar com o trabalho, as responsabilidades e consigo mesma.

Luto e Perdas

Perdas não dizem respeito apenas à morte.
Elas também envolvem términos, mudanças, rupturas, expectativas que não se realizaram e versões de si que ficaram para trás.

O luto é um processo singular e não segue prazos. Em muitos casos, ele é vivido em silêncio, como se fosse preciso seguir adiante rapidamente.

Na psicoterapia, há espaço para que essa dor seja reconhecida e elaborada no seu próprio tempo. Sustentar o luto é permitir que a experiência seja integrada à história, abrindo caminho para novas formas de existir sem negar o que foi vivido.